sexta-feira, 10 de maio de 2013

Que trabalho nasceu para fazer?

Já parou para pensar se faz aquilo que mais gosta. E se não gostar do que faz. Sabe o que deverá fazer? O que realmente gosta? Descobri este artigo e gostaria de partilhá-lo convosco. Se ainda não pararam para pensar já é hora de o fazer!
Advice » Job Hunt Strategy » Career Assessment » Discover the Work You Were Born to ...
Discover the Work You Were Born to Do

Discover the Work You Were Born to Do

So you've been hearing that voice again, the one that says you're not doing what you were born to do. That may be true, but how do you figure out what you should be doing?
To begin answering this question, examine whether your current career path matches your core interests, beliefs, values, needs and skills. Professional career counselors usually undertake this strategy when attempting to help clients identify appropriate career directions.
 
Here's what I ask clients to help them find their core. Ask yourself these questions, and record your answers:
1. What subjects do you most enjoy reading about?
2. What television or radio programs do you most enjoy?
3. What are your favorite types of movies?
4. What are your favorite hobbies or pastimes?
5. What type of volunteer activities do you prefer?
6. What subjects do you enjoy discussing with friends?
7. What subjects come to mind when you daydream?
8. What have been your favorite jobs?
9. What were your favorite school subjects?
10. What are your pet peeves?
11. If you doodle, what do you often draw?
12. If you ran the world, what changes would you make?
13. If you won a million bucks, what would you do with it?
14. Who are your favorite kinds of people?
15. How would you like to be remembered after your death?
16. What are your favorite toys?
17. How would you describe your political beliefs?
18. Who do you most admire in life and why?
19. What tasks have brought you the most success?
20. What tasks do you think you could do well that you haven't yet done?
 
Examine your answers. Do you see a certain behavior or belief in more than one aspect of your life? What information do you see repeated that seems to reveal a behavior pattern? What are your long-lasting interests?
Using this information, paint a self-portrait by completing the following statements:
  • I am mainly interested in…
  • I believe most in…
  • I most value…
  • For a good life, I feel I need…
  • I can do the following well…
Now ask yourself if your current job helps you achieve these five statements. If it does, you're probably in the right career. Chances are, however, that the nagging voice means your current career is not satisfying your core features. If this is the case, then it's time to find a better fit.
If the right career choice is not obvious from the information you have gathered about yourself, then try reading What Color Is Your Parachute? by Richard Nelson Bolles.
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Fujitsu recruta 35



 
Fujitsu recruta 35

Fujitsu recruta 35




03.05.2013 | Por Cátia Mateus
Desde 2005 que Portugal é a sede de uma das estruturas de contacto com o cliente mais relevantes da Fujitsu no mundo. O Lisbon Global Delivery Center da Fujitsu arrancou com uma equipa de 12 pessoas e apenas um cliente. Em apenas dois anos atingiu os 200 colaboradores e hoje assegura emprego a uma equipa de 640 quadros, recrutando uma média de 125 novos colaboradores por ano.
A sua atividade está centrada nas tecnologias de informação, mas o foco do seu recrutamento são as línguas. Para ser um dos 640 elementos da equipa do Lisbon Global Delivery Center da tecnológica Fujitsu (Lisbon GDC) pode guardar a sua média de final de curso na gaveta. Aqui contam as suas experiências de vida paralelas à universidade - empregos em part-time, voluntariado, viagens - um domínio exemplar do inglês e de outro idioma. Quanto mais alternativo melhor e o facto de não ser detentor de uma licenciatura na área das TI pode até ser visto como uma vantagem. É que este centro de contacto, dá suporte a utilizadores de mais de 100 países em 17 línguas diferentes, onde se incluem o dinamarquês, alemão, grego, holandês, norueguês, francês, inglês, italiano, turco, checo e muitas outras. Ana Santos, a diretora geral do Lisbon GDC, e Maria da Guia Andrade, diretora de Recursos Humanos do centro, estão de acordo de acordo na estratégia: se seria mais fácil recrutar colaboradores fluentes nos vários idiomas, em cada um destes países? Sim, mas não seria a mesma coisa.

Recrutar em Portugal, gerar emprego no país e mostrar aos profissionais portugueses que uma licenciatura numa determinada área não tem limitar outros horizontes, são as metas daquele que já é visto como um centro de excelência mundial da tecnológica Fujitsu em termos de service desk e contacto com o cliente. A diretora do centro, Ana Santos, é de resto um exemplo da política de recursos humanos praticada. Tradutora e intérprete de formação, Ana Santos, deixou o emprego no Hard Rock Café, em Lisboa, para integrar a equipa de 12 pessoas que viabilizou o lançamento do Lisbon GDC em 2005. Integrou a equipa como agente de primeira linha, a atender telefones e a dar apoio utilizadores. Não tem formação na área tecnológica, mas isso não a impediu de evoluir na empresa e de hoje liderar um dos três centros estratégicos da Fujitsu, nesta especialidade.

A partir de Lisboa, a tecnológica dá suporte a cerca de 20 clientes diferentes, espalhados pelo mundo e Ana Santos acredita que com o talento necessário, o caminho é o do crescimento contínuo. Uma opinião corroborada por Maria da Guia Andrade, a diretora de recursos humanos. “Em média recrutamos entre 100 a 120 novos colaboradores por ano. No recrutamento externo, essencialmente para agentes de primeira linha, privilegiamos quadros mais juniores, licenciados em áreas diversas mas sempre com a mais valia de terem um perfeito domínio de idiomas, A formação técnica asseguramos nós, de acordo com as exigências da empresa e também dos clientes. Para posições de coordenação, damos prioridade a recrutamentos internos, que também decorrem com regularidade”, explica a diretora de RH adiantando que “a nossa perspetiva é permitir que as pessoas cresçam dentro da empresa, razão pela qual nunca encaramos os processos de recrutamento como temporários”.

Uma perspetiva que leva a equipa a apostar em recrutamentos nacionais, mesmo reconhecendo a dificuldade que é encontrar portugueses fluentes em idiomas como o holandês, grego ou turco. Para colmatar esta dificuldade a Fujitsu tem parcerias com embaixadas que ajudam a identificar estes talentos, mas reforça Maria Andrade “recrutamos em Portugal, mesmo quando recrutar lá fora poderia ser mais fácil”. Para Ana Santos, a lógica é simples “Ir buscar alguém lá fora é um bilhete de ida e volta. Sabemos que a pessoa estará cá um ano mas vai querer regressar ao seu país e isso para nós, depois de toda a formação, terá um custo elevado em termos de danos e de qualidade de serviço”.

Entre os 640 colaboradores do Lisbon GDC há ainda assim 35 nacionalidades distintas. Profissionais de várias áreas - advogados, engenheiros, economistas, jornalistas, tradutores, gestores - que se renderam a Portugal e que em comum têm uma clara orientação para o cliente (customer skills), factor decisivo na contratação. “O perfil que queremos são profissionais com fortes competências de comunicação - customer care, customer focus e conhecimento linguístico - flexibilidade, ambição, capacidade e vontade de aprender e superar metas”, explica Ana Santos. As 35 vagas atualmente em aberto (e que até ao final do ano deverão aumentar) seguem esta lógica. “Procuramos operadores de primeira linha com domínio exemplar de turco, holandês e finlandês, sendo que o inglês é sempre obrigatório, que são as nossas maiores necessidades no momento”, adianta a diretora de recursos humanos. O Lisbon GDC mantém uma tendência de expansão desde que foi criado e é, a par com a Polónia, o grande centro de contacto da Fujitsi para os clientes da Europa, ainda que opere em todo o mundo. As pessoas e o talento são os principais desafios da estrutura que quer reter os melhores e continuar a recrutar.
 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

8 coisas que gente com sucesso faz

Encontrei este artigo na net. Espero que seja encorajador e motivador.
Search the list
Fewer options
and
and and

      8 Things Really Successful People Do

      Real success takes discipline and methodology. Here are eight things the most successful people are meticulous about getting right.
      Business team work building puzzle symbolizing working together

      2,214
      Share
      Most people claim to want success. But not everyone is willing to do the hard work and the smart work to get there. Often opportunities present themselves and because people are distracted, they miss them or give up on them before things fully develop.
      Truly successful people don't leave much to chance. They are disciplined and focused. They constantly seek new methods to achieve more, in bigger and faster ways. Listed below are eight different practices that will help you concentrate your efforts on rising above the tide.

      1. Make Materialism Irrelevant

      Fancy cars and houses are all well and good, but many foolishly focus on the byproducts of success, rather than concentrating on building sustainable success in the first place. Establish a bare minimum for your material needs, and then you can enjoy the benefits of success, debt and stress free.

      2. Enhance Knowledge

      Success comes faster to those who are open, active learners. The higher up the success ladder you climb, the more complex the systems and opportunities that are presented to you. Absorb all the information you can and if you sense a gap you can't fill, connect with people who have the knowledge you need.

      3. Manage Relationship Expectations

      People in your life require time. Successful individuals attract folk and so they have to carefully regulate the time they can spend with others. It's hard to limit the time you share and still make people feel important. Make choices about the people who matter to you and determine how you each can get value from your interactions. Then make sure they understand your limitations so they don't take it personally when you can't be present.

      4. Practice Emotional Self-Awareness

      Not all successful people are calm and nice. In fact, many can be volatile. But most are very aware of their tempers and idiosyncrasies. They know how to use their emotions to get what they want from life and work hard to make sure feelings don't become a detriment. Know yourself and learn how to let your emotions work for you in positive ways.

      5. Commit to a Physical Ideal

      Everyone has a vision of their own perfect body. They don't have to be fashion models or athletes to be happy. But physical health is a consideration in their life and it's a big distraction when it gets out of whack. Determine the body you believe is worth working for and set a game plan to achieve and maintain it.

      6. Gain Clarity About Spirituality

      There are many highly successful people like Richard Branson and Warren Buffett who don't consider religion to be important or relevant. But they have a clear point of view as to the role spirituality plays in their life. Find your own way to be at one with the universe and be clear and deliberate in how you practice.

      7. Adhere to a Code of Ethics

      Really successful people live by rules. They may not be the rules of others, but consistency is important for them to maintain power and stability. Their individual view of how the world works is the basis for how they believe people should be treated and they will defend it until their dying day. Determine your ethical lines and broadcast them loud and clear so people around you know where you stand.

      8. Focus on Time Efficiency

      Prioritization is a key component of success. You can't reach your pinnacle if you are wasting time on distractions. Integration of activities frees up time for greater achievement. Spend your time on activities that are fun, enlightening and productive and soon you'll have gained hours to reap the benefits of success.
      Ultimately, really successful people live their lives by design instead of default, so if you want to be one of them, dedicate time and effort to determining the plan for your preferred future and execute that plan in a focused and consistent manner.

      http://www.inc.com/kevin-daum/8-things-really-successful-people-do.html?nav=pop

      Like this post? If so, sign up here and never miss out on Kevin's thoughts and humor.

      segunda-feira, 6 de maio de 2013

      Como convencer um head hunter a dar-lhe emprego

      Em entrevista ao Dinheiro Vivo, Trina Gordon, presidente da Boyden (executive search) revela que a energia é das areas com mais futuro

      Como convencer um head hunter a dar-lhe emprego

      Trina Gordon, presidente da Boyden
      Trina Gordon, presidente da Boyden
      Algarvephotopress / Global Imagens
      30/04/2013 | 10:45 | Dinheiro Vivo

      A Presidente e CEO da Boyden World Corporation, Trina Gordon, é especialista em recrutar especialistas. Em entrevista ao Dinheiro Vivo, a primeira mulher a gerir uma organização líder no sector do Executive Search explica que a crise é uma oportunidade para os melhores. Especialmente se tiverem formação nas áreas da saúde, da energia ou da indústria.
      Casada "e feliz com um marido que me apoia incondicionalmente nas minhas opções profissionais" e mãe de dois rapazes, o seu tempo livre é dedicado a colaborar com uma série de organizações que trabalham questões sociais ou a correr - entusiasta do exercício físico, Trina corre habitualmente grandes distâncias. Adora viajar, mas o seu hobbie preferido é mesmo guiar motas. "Especialmente Harley Davidsons!”

      Exactamente o que é que faz um head hunter?
      O Executive Search tem por objectivo ajudar os nossos clientes locais, regionais e globais a identificar e a recrutar o talento e a liderança de que necessitam para as suas organizações.
      Existe o candidato perfeito a determinado lugar? Há características essenciais que tem de ter?As qualidades que procuramos variam consoante o cargo para o qual estamos a recrutar. De forma geral, procuramos líderes com a capacidade de inspirar pessoas, de motivar as organizações a alcançar a sua estratégia e que tenham uma visão adequada do futuro do negócio.
      O que é que faz um líder?Um líder é alguém que é respeitado pelas pessoas que o rodeiam, com a coragem e o compromisso para conduzir a organização face a um percurso difícil e de mudança, respeitado pelos seus valores éticos e pelos seus princípios, e que demonstre uma notável segurança e dinamismo na forma como apresenta a estratégia da organização.
      É algo com que se nasce ou é possível alguém melhorar-se?É possível. Para melhorar as suas competências, um profissional deve continuamente procurar novas experiências e obter mais conhecimento com as mesmas. Necessita de sair da sua zona de conforto, para actuar num cenário que é necessariamente global. É imperativo que se questione continuamente e que proceda a uma boa análise do seu contributo enquanto individuo e enquanto membro de uma equipa na organização da qual faz parte.
      A crise mundial alterou as regras do jogo? É uma oportunidade para os melhores?A crise global fez com que a procura por talentos seja algo ainda mais vital. As organizações necessitam de uma liderança clara que lhes permita enfrentar adequadamente o ambiente actual e que procure, de forma assertiva, ir ao encontro das exigências dos seus clientes.
      Houve alguma alteração nos salários que as empresas oferecem?Não se verificou propriamente uma modificação no valor dos salários praticados. Um líder de referência e ao nível daquele que recrutamos manterá sempre um salário competitivo.
      O que é que as empresas querem, hoje em dia? Há áreas com mais procura?Entre os sectores que se encontram numa situação mais favorável contam-se os produtos de grande consumo, que acarretem valor para o consumidor; as ciências e a saúde estão a crescer; a energia; e no sector industrial existe uma procura por talento em mercados emergentes na produção de equipamento e no desenvolvimento de infra-estruturas. As piores áreas são o sector dos serviços financeiros, o mercado imobiliário e os departamentos comerciais.
      Que conselhos daria a alguém que acabou de s licenciar e não encontra emprego?É imperioso desenvolver uma rede de contactos e ser criativo, adequando as competências a cada função para a qual nos candidatamos. Devemos tentar utilizar todos os elementos da nossa rede de contactos, sejam estes amigos, familiares, colegas ou professores de faculdade, para conseguir obter um contacto com possíveis empregadores. Networking é a palavra-chave. Outro factor extremamente importante é aproveitar todas as oportunidades para realizar estágios. Um estágio constitui a possibilidade para demonstrar competências e aumentar as probabilidades de contratação futura.
      E emigrar, é uma opção de futuro?A oportunidade de trabalhar no estrangeiro e acumular experiência profissional em mercados emergentes é uma enorme vantagem, independentemente de o objectivo a médio ou longo prazo seja regressar ou continuar naquele destino e aproveitar as oportunidades de carreira que surjam no estrangeiro.

      Como é ser a primeira mulher a liderar uma empresa líder em executive search, como a Boyden?É uma enorme honra ser a primeira mulher a liderar uma empresa multinacional de referência na área. Não encaro esta situação como uma questão de género mas de liderança e de capacidade para motivar, inspirar e guiar a nossa actividade e fazer face a um ambiente desafiante que os profissionais da Boyden experienciam através dos nossos escritórios em todo o mundo.
      Qual foi a decisão mais relevante que teve de tomar na sua vida? A de decidir-me a alcançar as metas que defini para a minha vida pessoal e para a minha carreira com toda a minha energia, e poder contar com um foco muito claro e com as minhas capacidades para não me afastar do desígnio de poder dar um contributo não só na minha esfera profissional como na pessoal.
      Fundada em 1946, nos Estados Unidos, a Boyden está hoje presente em 43 países, sendo líder no head hunting
       

      sexta-feira, 3 de maio de 2013

      Sabe comunicar com a sua equipa? Aprenda quando deve calar-se

      Há alturas na vida da sua empresa em que tem de estar disposto a apostar tudo se quer conquistar o sucesso

      Sabe comunicar com a sua equipa? Aprenda quando deve calar-se

       
       | Dinheiro Vivo

      Para ganhar um jogo de póquer é preciso ter boas cartas, mas se o flop, o turn e o river não ajudarem, só uma boa dose de bluff é capaz de fazê-lo ganhar a mão. O que é que isto tem a ver com a vida no escritório? Tudo. Mesmo que o seu trabalho não tenha nada a ver com apostas.
       
      A tradução é simples: uma boa equipa é um factor de peso para o sucesso da sua empresa. Porém, se de repente tudo à sua volta começar a falhar, se os elementos que não controla se conjugarem numa rota de destruição, só uma boa dose de autoconfiança pode ajudá-lo a conseguir empreender aquele esforço extra necessário para puxar a equipa e a empresa para fora do furacão e aterrar de pé.
       
      Mas como segurar as pontas quando parece que tudo à sua volta está a ruir? O mais importante é manter aqueles que estão à sua volta informados e ainda assim motivados. Saber dosear a informação é essencial: não precisa de contar a toda a gente que metade dos projectos em que trabalharam durante o último mês foram cancelados. Isso apenas serviria para que a sua equipa entrasse numa espiral depressiva, trabalhando cada vez menos empenhadamente até chegar ao ponto de suspirar pelo dia em que tudo chegasse ao fim, como já todos imaginam que será inevitável.
       
      Porém, é importante fazê-los saber que houve alguns cancelamentos, temperando a informação com uma mensagem positiva: menos projectos significa mais tempo, empenho e atenção para trabalhar nos restantes. E isso é essencial para que os clientes percebam o verdadeiro valor acrescentado que recebem daquela equipa. Clientes satisfeitos são meio caminho andado para a recuperação. Espontaneamente ou não, eles vão acabar por fazer publicidade à sua empresa e ao magnífico trabalho que a sua equipa desenvolveu, contribuindo para fazer aterrar novos projectos nas suas mãos.
      Se precisa que aqueles que estão à sua volta trabalhem mais e melhor do que nunca, terá de explicar-lhes isso mesmo. Não com a ameaça de despedimento caso falhem, mas com o reconhecimento daquilo que sabem fazer e incentivando-os a irem mais longe do que se julgam capazes. Um voto de confiança é capaz de produzir milagres – mesmo que não acredite em fenómenos do género.
       
      Se a sua empresa vive dias difíceis mas realmente acredita no seu potencial, não há nada de errado em usar um pouco de bluff para ganhar uma aposta. É quando os tempos estão complicados que é mais importante agir como se estivesse a caminho de um póquer de ases.
       

      quinta-feira, 2 de maio de 2013

      Trabalhe nos Olímpicos de 2016: O Brasil está a contratar

      As equipas que vão tornar os Olímpicos de 2016 possíveis já se começam a formar. Atualmente já 33 vagas disponíveis

      Trabalhe nos Olímpicos de 2016: O Brasil está a contratar

      Rio 2016
      Cidade Maravilhosa já está a contratar
      D.R.              | Dinheiro Vivo 
                

      Apesar de 2016 ainda parecer bem distante, no Rio de Janeiro a contagem decrescente já começou. Os Jogos Olímpicos são um acontecimento ímpar na história do Brasil e, para que daqui a quatro anos tudo esteja a postos, há-que recrutar profissionais e técnicos.

      Desde o início do mês que o site Rio2016 começou a divulgar vagas de emprego que permitam satisfazer todas as necessidades da equipa que irá preparar o acontecimento. Atualmente existem 33 vagas que podem ser preenchidas por profissionais das mais diversas áreas (veja a lista). Para ter uma ideia pode tentar uma posição para limpeza, como pode tentar encaixar-se na posição de advogado, especialista de tecnologia, ou até de designer ou gestor de bilhetes.
       
      A candidatura pode ser feita através de uma conta criada para o efeito na página Rio2016 e onde os interessados podem assinalar a área pretendida. Caso o seu perfil não se enquadre em nenhuma das posições aguarde a divulgação de novas vagas ou clique aqui para se cadastrar na base de dados da organização.

      Os interessados em realizar um projeto de voluntariado também terão lugar nos Jogos Olímpicos - são precisos 60 mil. O calendário ainda não está estabelecido mas este é o site onde pode ir acompanhado as novidades.

      quarta-feira, 1 de maio de 2013

      Sabe o que os outros pensam de si? Não sabe, não

      Se três pessoas lhe disserem que é um cavalo, compre uma sela”, diz uma especialista. Oiça o que o mundo tem a dizer

      Sabe o que os outros pensam de si? Não sabe, não

      Espelho mágico
      O seu melhor espelho são os outros
      D.R | Dinheiro Vivo
      Pode pensar que sabe qual é a imagem que os outros têm de si — um comunicador talentoso, uma incisiva mente numérica ou um gestor que consegue extrair sempre o melhor da sua equipa. Porém, talvez tenha algumas surpresas.
       
      Um executivo modesto, com tendência para se menosprezar, ficou impressionado ao descobrir, depois de participar num coach para executivos onde foram examinadas as suas relações profissionais, que o seu hábito de interromper os outros levava os colegas a vê-lo como arrogante e altivo — praticamente, o oposto da verdade. Em especial para os executivos de topo, pode ser difícil reconhecer como são, efectivamente, vistos pelos outros. Por um lado, os empregados que não querem pôr em risco a sua posição, tendem a ocultar quaisquer perceções negativas e a fazer-lhe boa cara; por outro, tem-se revelado que o poder é capaz de distorcer seriamente a consciência que os líderes têm de si mesmos.
       
      “Estudos realizados sobre o efeito do poder no seu detentor têm revelado consistentemente que o poder produz excesso de confiança e predisposição para correr riscos, insensibilidade aos outros, estereotipização e uma tendência para ver os outros como um meio para a gratificação de quem detém o poder” escreve o professor da faculdade de gestão de Stanford, Jeffrey Pfeffer, no seu livro, “Power: Why Some People Have It and Others Don't. (Poder: porque alguns têm e outros não). Contudo, quando se trata da sua marca pessoal — a sua reputação profissional — a questão não é como se vê a si mesmo. O que importa é a maneira como o mundo o vê.
       
      “Se três pessoas lhe disserem que é um cavalo, compre uma sela”, diz Judy Robinett, investidora independente. Por outras palavras, ouça o que o mundo exterior lhe diz, porque eles, provavelmente, têm razão. Assim sendo, como é que os profissionais podem obter um feedback honesto, especialmente se não tiverem acesso a um coach para executivos? Procure padrões nos registos escritos. Se tiver acesso a cópias de avaliações de desempenho antigas ou cartas de recomendação que outros tenham escrito, pode examiná-las e encontrar padrões.
       
      Claro que toda a gente terá uma abordagem ligeiramente diferente. Porém, se encontrar várias menções a um conjunto de capacidades particular (“Lisa é uma oradora brilhante”) ou a falhas (“Martin tem dificuldade em aceitar feedback”), deve levá-las em consideração. Examine a sua presença online. Faça uma pesquisa sobre si. O que surge primeiro? Era isso que esperava? Era o que pretendia transmitir ao mundo? Que pensaria uma pessoa que não o conhecesse? Se houver links que o possam prejudicar ou sejam erróneos, é melhor descobrir já (para poder tomar medidas), em vez de ser um empregado ou um potencial cliente a descobri-los.
      Conduza as suas próprias “360 entrevistas”. Este é o primeiro passo que a maior parte dos coaches de executivos daria, mas, se não tiver um, pode fazê-lo sozinho. Convide colegas em quem confie, o seu chefe e os seus empregados para um café, diga-lhes que está a trabalhar para aumentar a sua fasquia profissional e peça-lhes um feedback honesto: O que faz bem? Onde pode crescer? Que três palavras usariam para o descrever? As perspetivas deles podem ser reveladoras.
       
      Mantenha o seu próprio grupo de discussão. No meu livro “Reinventing You: Define Your Brand, Imagine Your Future” (Reinvente-se: defina a sua marca, imagine o seu futuro), apresento o perfil de uma mulher chamada Mary Skelton Roberts que — em busca de mais clareza na sua vida profissional — criou um grupo de discussão com amigos e colegas. Mary sentou-se a ouvir durante várias horas enquanto os participantes partilhavam as ideias que tinham acerca das suas forças, capacidades e áreas que gostariam de a ver explorar (a sessão foi moderada por um amigo e Mary não podia responder — apenas pedir esclarecimentos). As outras pessoas “têm quase sempre uma vista de um ângulo superior e podem ver a sua vida de maneiras que você talvez não seja capaz, porque está envolvido nas questões do dia a dia”, explicou-me. O grupo de discussão “conduziu-me ao nível seguinte em termos do meu desenvolvimento profissional”.
       
      A verdade é que sabemos demasiado acerca de nós mesmos; não conseguimos separar suficientemente o sinal do ruído para percebermos como o mundo exterior, de facto, nos vê. Porém, reexaminando os registos escritos que foram feitos acerca de nós e pedindo aos nossos colegas as suas opiniões honestas, temos muito a aprender. E, se o que descobrirmos não corresponder à forma como gostaríamos de ser vistos — como o executivo cujo hábito de interromper os outros estava a prejudicar a sua carreira — é possível tomar medidas para o corrigir.
       
      Dorie Clark, autora deste artigo, é uma consultora de estratégia que já trabalhou para a Google, Universidade de Yale e o Serviço Nacional de Parques dos EUA.